NatGeo mostra programa Madeira Urbana em reportagem sobre Rio+20

Restos de podas de árvores e troncos caídos por causa de tempestades são considerados entulho e atrapalham a circulação na cidade. Imagine todo esse material sendo transformado em uma bela mesa para a sala de jantar. Essa é a ideia do programa Madeira Urbana que prevê a utilização de restos de poda ou a madeira de árvores já condenadas para a fabricação de móveis e objetos. Longe dos protocolos, cartas de intenções e debates entre chefes de estado como foi visto na conferência Rio+20, há diversas iniciativas pelo país que buscam um caminho sustentável para problemas do dia a dia, como o programa Madeira Urbana.

A edição especial da revista National Geographic sobre a Rio+20 com o tema A Economia Verde no Futuro do Brasil mostrou diversos projetos viáveis para a solução de problemas. Com o programa Madeira Urbana, a árvore que está morrendo ou necessita ser suprimida, pode ser extraída para a fabricação de um móvel. No lugar dela outra árvore é plantada e tem a manutenção garantida pelo programa. Já o móvel recebe um selo com um código que pode ser rastreado e terá toda a história daquela madeira.

A iniciativa foi idealizada pelo engenheiro florestal Rodolpho Schmidt. Segundo Rodolpho, um dos objetivos do programa é rearborizar os centros urbanos “Hoje extrair uma árvore é um processo muito burocrático e as pessoas acabam encarando as árvores como transtorno. Portanto, após a extração dificilmente outra é plantada no lugar. Com o Madeira Urbana queremos a volta das árvores nas cidades e para aquelas que estão em situação precária que possam ter sua madeira reaproveitada, sem parar no lixão”, afirma Rodolpho.

Em 2010, o programa recebeu o prêmio Produto do Planeta Casa, da revista Casa Cláudia, em parceria com o site Planeta Sustentável, da editora Abril. Confira a integra da reportagem da revista National Geographic, de autoria da jornalista Liana John Os bons frutos da economia verde

Para mais informações, acesse o site do programa Madeira Urbana 

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Mercado de carbono: Noblu fecha parceria com o Programa Carbono

Mercado de carbono

Rodolpho Schmidt, idealizador do Programa Carbono, e Farofa, da Noblu, durante visita ao reflorestamento

A Noblu, empresa de marketing esportivo de Campinas, firmou uma parceria com o Programa Carbono para viabilizar a compensação das emissões de gás carbônico de seus próximos eventos esportivos de 2012. A empresa já fez o inventário de emissões de todas as atividades administrativas de seu escritório e agora vai compensar as corridas de rua e outros eventos esportivos ao longo do ano. Com isso, uma área de 160 metros quadrados está sendo reflorestada dentro do projeto Corredores Verdes, de Campinas. 

O projeto Corredores Verdes faz a interligação de fragmentos de matas por meio da adequação ambiental de propriedades rurais e áreas verdes urbanas. Na cidade de Campinas, a Lei Municipal 13.030/07 obriga que todos os eventos que utilizem áreas de domínio público tenham suas emissões de gases de efeito estufa compensadas.

Marina Cury, da Noblu, em reflorestamento executado pelo Programa Carbono

Na última sexta-feira, 15 de junho, representantes da Noblu estiveram na Fazenda Laguna para verificar como estão os reflorestamentos já realizados com o Programa Carbono, como a corrida Casa Cor Eco Running 2009, corrida Seo Rosa 2007, corrida Seo Rosa 2008 e o Red Bull X-Fighters Session.

 

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Dia Mundial do Meio Ambiente: Wolfgang Schmidt recebe diploma de mérito ambiental

Dia Mundial do Meio Ambiente

Luiz Schmidt, o ornitólogo Dalgas Frisch e Rodolpho Schmidt durante a solenidade

No Dia Mundial do Meio Ambiente, comemorado no dia 5 de junho, a Prefeitura de Campinas realizou uma solenidade de entrega do Diploma de Mérito Sócio-Ambiental, uma homenagem às personalidades que contribuíram com a preservação ambiental em suas atividades. Wolfgang Schmidt recebeu homenagem póstuma e foi representado na solenidade por seu filho, Luiz Schmidt, e Rodolpho Schmidt, seu neto e fundador da plataforma Programa Carbono. O diploma foi entregue pelo secretário do meio ambiente de Campinas, Hildebrando Herrmann. Wolfgang, junto com sua esposa Anésia Schmidt, receberam da ONU o prêmio Global 500, em 1992 no evento realizado pelas Nações Unidas, ECO-RIO-92, em reconhecimento as iniciativas de pesquisa com reflorestamento com foco na recuperação ambiental e produção de madeira nativa de manejo sustentável.
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Reciclagem do óleo de cozinha: catadores irão recolher descarte

Reciclagem do óleo de cozinha

Carrinho adaptado para a coleta do óleo de cozinha nas residências

A partir de agora os catadores de materiais recicláveis poderão começar a coletar, também, óleo de cozinha nas residências da capital paulista. Em abril deste ano, eles irão testar um protótipo de carrinho e um triciclo, adaptados para o transporte desse tipo de material.

O modelo do carrinho possui compartimento para a colocação de duas bombonas – recipientes plásticos – para o armazenamento do óleo e pode transportar 60 litros. O triciclo tem capacidade para a colocação de seis bombonas e assim transportar até 180 litros de óleo residual.

O projeto para a criação dos carrinhos de coleta de óleo foi desenvolvido pela ABES-SP – Associação Brasileira de Engenharia Sanitária e Ambiental, com o patrocínio da Sabesp – Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo, e com a FEI – Faculdade de Engenharia Industrial, responsável pelo desenvolvimento técnico do protótipo através de sua empresa Jr. FEI.

Delaine Romano, da ABES-SP, coordenadora para projetos envolvendo catadores, relata que o projeto foi inteiramente pensado para atender a demanda dos trabalhadores. “Fizemos uma pesquisa com os próprios catadores e as orientações para atender as necessidades deles foram seguidas à risca”, conta.

Ela informa que o objetivo é tornar viável tanto a coleta como o transporte do material e, por isso, envolve as experiências de todas as entidades envolvidas. “A Sabesp atua como parceira neste projeto para combater a questão do descarte incorreto de óleo, que é um problema muito sério. Muita gente ainda joga a substância na pia da cozinha e, consequentemente, obstrui a rede de esgoto”, explica Delaine.

Marcelo Morgado, assessor de Meio Ambiente da Sabesp, explica que a ideia para viabilizar o carrinho surgiu da necessidade de unir esforços para resolver essa questão. “Além disso, o projeto tem o cunho social, pois irá ajudar na locomoção dos catadores e no transporte de material, e tem também o viés ambiental, uma vez que irá ajudar na conservação do meio ambiente”, observa.

Segundo ele, a capital tem, em média, 77.500 obstruções por ano na rede de esgoto, que geram cerca de 3.000 m³ de resíduo descartado em aterros e estações de tratamento. “Para a Sabesp, é importante reduzir a quantidade de óleo que chega à rede, pois ele também funciona como aglutinante de objetos que as pessoas não deveriam jogar nos vasos sanitários, como barbeadores descartáveis e preservativos”, diz Marcelo. Segundo dados da Sabesp, um litro de óleo de fritura polui mais de 25 mil litros de água.

Filipe Brasizza, diretor do Departamento de Projetos da Júnior FEI – responsável pelo desenvolvimento do protótipo, explica que uma das coisas que mais chamou a atenção neste projeto foi o apelo social. “Através do processo de montagem, conhecemos a rotina de trabalho dos catadores e fizemos uma enquete com perguntas, como quantidade de peso carregada e horas trabalhadas manuseando o carrinho. Através disso, tivemos a noção de como atender essas necessidades”, conta.

O projeto foi supervisionado pelo consultor sênior e professor de mecânica, Renato Marques, e pelos consultores da Júnior FEI, Marcelo Targa e Diego David, que fizeram os cálculos e simulações em softwares.

Brasizza explica, ainda, que após realizar a construção e acompanhamento de montagem do protótipo, atualmente o enfoque é acompanhar a utilização do carrinho e fazer pesquisas para ver a melhora na performance dos trabalhadores. “A FEI é voltada para projetos com apelo social e esse processo vai agregar muito para adotarmos, inclusive, como extensão curricular”, relata. Segundo Morgado, da Sabesp, outros protótipos de carrinhos de coleta de óleo estão sendo desenvolvidos no momento por alunos de Engenharia do Centro Universitário da FEI.

De acordo com Delaine, da ABES-SP, os catadores deverão percorrer o bairro da Lapa, na zona oeste de São Paulo e região do Glicério na zona central da cidade, para testar os veículos. Marcelo, por sua vez, destaca que a intenção do projeto é encontrar patrocinadores que comprem os carrinhos para os catadores, que poderão vender o óleo para empresas que o reciclam para a produção de biodiesel e sabão.

Além disso, o objetivo da ação, de acordo com Delaine, que também passou a assumir esta semana a coordenadoria do Fórum Lixo e Cidadania do Estado de São Paulo – que tem secretaria executiva na ABES-SP, é fazer com que a reciclagem de óleo de cozinha seja ampliada. “É um material que todos possuem em casa e não pode ser descartado de forma inadequada, porque prejudica muito o meio ambiente”, relata. De acordo com ela, o principal ponto deste projeto da ABES-SP é dignificar o trabalho do catador na capital paulista.

As informações são do site Ambientepress

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Madeira Urbana: reportagem do Correio Popular

Madeira Urbana

Árvores que sofrem queda podem ser reaproveitadas pelo Madeira Urbana

O Madeira Urbana, projeto desenvolvido pela Carbono Madeiras para arborizar as cidades, foi tema de uma reportagem no jornal Correio Popular de Campinas. O programa prevê que árvores mortas, que tenham sofrido queda sejam substituídas por uma nova árvore da mesma espécie. Além de enriquecer a cidade com mais árvores o programa transforma em móveis a madeira recolhida, inclusive de podas, garantindo a fixação do carbono e o aproveitamento da madeira.

Os móveis fabricados com origem destas madeiras recebem um código que permitem o rastreamento do mobiliário. Informações como o tipo da madeira e a quantidade de carbono neutralizado permanecem no sistema e podem ser acessadas a qualquer momento.

Leia a reportagem do jornal Correio Popular sobre o Madeira Urbana Correio Popular Madeira Urbana 02-02-2012

Acesse o site do programa Madeira Urbana e confira mais informações.

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Calculadora de carbono para emissões de CO2

Calculadora de carbono

Calculadora de carbono é uma ferramenta muito útil para conferir as emissões de carbono, seja da rotina de casa com consumo de energia elétrica, gás de cozinha, água, etc, com transporte e até mesmo eventos.

Calculadora de carbono, como funciona?

Para acessar a calculadora de carbono basta clicar na imagem acima para entrar no site do Programa Carbono. Pesquise em suas contas de energia, luz e gás o consumo relativo ao período que deseja verificar as emissões de carbono. A utilização da calculadora de carbono no site é gratuita.

Todas as informações vão aparecer em um relatório, como este da imagem acima, mostrando o total de emissões de carbono e também quanto custaria neutralizas as emissões de carbono.

Neutralização de carbono

Qualquer pessoa ou empresa pode neutralizar emissões de carbono. Veja alguns exemplos abaixo:

A Sociedade Hípica de Campinas neutralizou as emissões da sua tradicional festa junina, o equivalente a 2350 kg de CO2 que foram compensados com o plantio de árvores. Confira o relatório e inventário.

O escritório Cria Arquitetura neutralizou as emissões de carbono das atividades do dia a dia da empresa. Confira o relatório e inventário.

O casamento de Juliana e Raphael Magalhães em 2009 teve a festa, música ao vivo, transporte dos noivos e convidados, todas as emissões foram neutralizadas e a iniciativa divulgada na própria festa. Confira o relatório e inventário.

Utilize gratuitamente a calculadora de carbono do Programa Carbono. Se tiver interesse em neutralizar emissões preencha o formulário abaixo da calculadora ou entre em contato com nossa comunicação juliana@programacarbono.com.br

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Veja como foi o curso de crédito de carbono

O reflorestamento pode fazer parte da sua vida

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Repórter Eco mostra reflorestamento do Programa Carbono

Repórter Eco

Gravação do Repórter Eco na fazenda Santa Mônica em Campinas

O Repórter Eco da TV Cultura veiculou no último domingo (15/01/12) uma reportagem sobre a floresta do Programa Carbono localizada na fazenda Santa Mônica, em Campinas. O Repórter Eco mostrou o trabalho do plantador de florestas Rodolpho Shmidt, fundador do Programa Carbono, transformou a paixão de cuidar da Mata Atlântica em negócio e atua na área de reflorestamento, um mercado em crescimento. Por causa das exigências legais que obrigam a fazer a recuperação de áreas desmatadas, que são consideradas prioritárias ,como as matas ciliares que ficam nas margens dos rios. Pelas contas de Rodolpho Schimidt ele já plantou 150 mil árvores. Quase 100 hectares de florestas.

“Empresas com passivos ambientais que precisam fazer fazer cortes de árvores ou intervenções em áreas de proteção permanentes precisam compensar esse impacto pela legislação ambiental. Às vezes 25 vezes, às vezes 5 vezes mais em relação ao volume de árvores danificadas. Então,hoje a gente tem bastante clientes na nossa empresa que são interessados em cumprir passivos ambientais.” afirma Rodolpho Schmidt.

Assista a reportagem do Repórter Eco da TV Cultura

Confira as fotos dos bastidores da gravação

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Reflorestamento florestas em domicílio

Reflorestamento

Reflorestamento da CBFT agora conta com maior estrutura

O reflorestamento é uma prática cada vez mais adotada no Brasil, seja pelas exigências das legislação ambiental brasileira ou pela vontade dos cidadãos em plantar florestas e ter um dia a dia mais agradável nas grandes cidades. Para isso a CBFT, empresa especializada em consultoria ambiental que incubou o Programa Carbono, ampliou sua estrutura para aumentar a capacidade de atendimento aos projetos de recuperação ou florestamento.

O que é reflorestamento

O reflorestamento deve ser feito em áreas que antes eram ocupadas por florestas e agora não são mais, seja por ação do homem ou da natureza. A CBFT executa todo o projeto e fornece todas as orientações de como reflorestar a área e quais árvores e mudas nativas devem ser usadas.

Recuperação de área em Campinas, SP trazendo mais verde para a cidade

Quem tiver uma área disponível também pode fazer um florestamento, ou seja, ocupar aquela área com floresta. Plantar florestas, além de tornar as grandes cidades mais agradáveis, pode abrir novas oportunidades como a entrada no mercado de carbono e participação em vendas de crédito de carbono.

Floresta da CBFT na fazenda Santa Mônica em Campinas

A CBFT executa seus projetos ambientais! Envie um e-mail para atendimento@cbft.com.br e esclareça suas dúvidas.

Calculadora de carbono veja como utilizar

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Crédito de carbono em São Paulo: curso prático

Curso de crédito de carbono em São Paulo

O curso de crédito de carbono do ProgramaCarbono foi realizado no último dia 10 de dezembro em Campinas, São Paulo. Participantes de diversas regiões do país puderam compreender como funciona o mercado de crédito de carbono no Brasil e utilizar as ferramentas para a elaboração do inventário de gases de efeito estufa.

Os engenheiros florestais Rodolpho Schmidt e Gustavo Reginato passaram desde os fundamentos do GHG Protocol e as legislações ambientais até os benefícios do levantamento das emissões trazem para a redução de custos da empresa e toda a parte prática que ensinou a elaborar o inventário de gases de efeito estufa passo a passo dentro da plataforma do ProgramaCarbono.

Se você tem interesse em participar do próximo curso do ProgramaCarbono entre em contato pelo e-mail cursos@programacarbono.com.br e seja informado sobre a abertura da próxima turma.

Confira abaixo algumas fotos do curso de crédito de carbono

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Como calcular crédito de carbono

Como calcular crédito de carbono?

Receba a calculadora de carbono gratuitamente

A calculadora de carbono do Programa Carbono é uma importante ferramenta para verificar as emissões de carbono no dia a dia residencial ou em uma empresa. Com a calculadora é possível quantificar as emissões de carbono do gasto de energia, geração de lixo, transporte e eventos. Para empresas, consulte condições para a implantação do Programa Carbono, uma plataforma diferenciada que irá contribuir com o marketing ambiental do seu negócio.

Para ter acesso à calculadora de carbono envie um e-mail para juliana@programacarbono.com.br e receba a calculadora e todas as orientações gratuitamente, sem cadastro.

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Curso de crédito de carbono é dia 10 de dezembro em Campinas

O reflorestamento pode fazer parte da sua vida

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